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Bem vindo ao novo Guia de Itapê.

Esperamos que você goste do nosso novo Layout, desenvolvido pelo Grupo Next.  A equipe Guia de Itapê te deseja um ótimo ano, e como sempre,estamos abertos a críticas e sugestões para o guia.

Deixe seu comentário no mural ou nos mande um email na página de contato.Você também pode cadastrar sua empresa gratuitamente, ou obter destaque no Guia, na página como anunciar tem todas as informações, ou solicite ou representante do Guia em sua empresa na página de contato.

 

     
Brasil  

A cantora Donna Summer, diva da Disco, morreu na manhã de quinta-feira (17) em decorrência de um câncer no pulmão. De acordo com o site TMZ, ela acreditava ter contraído a doença após inalar a poeira tóxica produzida pelos escombros dos atentados terroristas no dia 11 de setembro de 2001, em Nova York.

No dia em que as torres gêmeas foram atingidas por aviões comandados pela força terrorista a Al-Qaeda, Donna estava morando em um apartamento na cidade, próximo à Ground Zero.

Fontes disseram ao site que a cantora ficou paranoica ao perceber que estava respirando um ar pesado e rançoso. Seu incômodo era tão grande que diariamente pulverizava algum tipo de desinfetante na casa.

Deney Terrio, apresentador do programa Dance Fever, disse que Donna pendurava lençóis de seda em seu camarim para impedir a entrada de poeira. Um informante disse que a cantora era uma cristã fervorosa e acreditava que os atentados terroristas eram uma forma de protesto contra o cristianismo.

Apesar de acreditar que sua doença tenha sido gerada após os ataques terroristas, Donna Summer era fumante e alguns amigos haviam lhe alertado que o cigarro poderia ser o grande vilão de sua saúde, mas ela ignorava a hipótese e acreditava somente em sua teoria.


Internacionais  

O relógio circadiano, que rege o ritmo biológico dos seres vivos e se ativa a cada 24 horas, evoluiu há 2.500 milhões de anos de forma parecida em todos os seres vivos, informou a revista britânica "Nature".

Uma pesquisa liderada pelo neurocientista Akhilesh Reddy, da Universidade de Cambridge (Reino Unido), mostra pela primeira vez que o chamado relógio biológico evoluiu de forma muito parecida desde o início da vida em todos os organismos, inclusive as bactérias, e que suas características são similares.

"Até agora se pensava que o relógio circadiano dos diferentes organismos tinha evoluído separadamente, e que cada um estava controlado por genes e proteínas diferentes. Nosso trabalho unifica a forma na qual o relógio interno controla o tempo", explicou Reddy à Agência Efe.

O relógio circadiano, responsável da regulação de um grande número de processos biológicos como o apetite, o sono e a vigília, está presente em todas as células, menos nas cancerígenas e funciona graças à produção de uma proteína denominada peroxirredoxina.

Os pesquisadores associam alterações nesta proteína com desordens como a obesidade, o diabetes, a insônia, a depressão, as doenças coronárias e o câncer, e por isso confiam que este estudo permitirá futuros avanços em relação a estas doenças.

Em um estudo divulgado no ano passado, Reddy já tinha conseguido demonstrar que os humanos não eram os únicos possuidores deste relógio biológico, que também pode ser encontrado em todos os demais organismos cujo DNA se encontra no núcleo das células, como animais e plantas.

Mediante a observação das mudanças químicas que a peroxirredoxina sofre durante o dia e a noite em ratos, moscas da fruta, fungos e bactérias, sua equipe descobriu agora que até as formas de vida mais primitivas, inclusive organismos sem núcleo, também estão reguladas por este relógio interno.

"É muito provável que todos os seres vivos tenham um mecanismo similar para medir o tempo em ciclos de 24 horas, o que representa uma descoberta completamente nova que nos permitiria investigar os ritmos circadianos em organismos nos quais não se suspeitava que os tivessem", declarou Reddy.

Brasil  

O Brasil pode ser a sexta maior economia do mundo, mas em termos de gastos com a saúde, o governo brasileiro ainda se equipara à realidade africana e destina ao setor menos do que a média dos governos pelo mundo. Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) alertam que não faltam médicos no País. Ainda assim, a proporção de leitos é inferior à média mundial e comparável a vários países africanos. O Brasil é ainda um dos 30 países onde a população paga de seu próprio bolso mais de 50% dos gastos de saúde.

Os números mostram que, na última década, as autoridades brasileiras incrementaram o orçamento destinado aos serviços de saúde. Este incremento, no entanto, não é suficiente nem mesmo para que o País chegue ao patamar da média mundial. A distância entre o que se gasta no Brasil com a saúde e o que se gasta nos países ricos é ainda ampla.

Segundo a OMS, em 2000 o governo brasileiro destinava 4,1% de seu orçamento para a saúde. Dez anos depois, a taxa subiu para 5,9%. A média mundial é de 14,3% e a taxa brasileira chega a ser inferior à média africana. Do total que se gasta no País com a saúde, 56% vem do bolso dos cidadãos e não dos serviços do Estado. Apenas 30 de 193 países vivem essa situação. Em 2000, a taxa era ainda pior, com 59% dos custos da saúde vindo do bolso do cidadão. Desta forma, a taxa de 56% está distante da média mundial, de 40%. Nos países ricos, apenas um terço dos custos da saúde são arcados pelos cidadãos.

Em uma década, o governo triplicou o gasto por habitante. Mas ainda assim destina a cada brasileiro apenas uma fração do que países ricos destinam a seus cidadãos. No Brasil no ano de 2000, o governo destinava em média US$ 107 pela saúde de cada brasileiro por ano. Em 2009, ao final da década, a taxa havia sido elevada para US$ 320,00. O valor é inferior aos US$ 549,00 que em média um habitante do planeta recebe em saúde de seus governos.

Nos países europeus, os gastos médios dos governos com cada cidadão chega a ser dez vezes superior aos do Brasil. Em alguns casos, como Luxemburgo, gasta-se mais de US$ 6,9 mil por cidadão, quase 25 vezes o valor no Brasil. Na Noruega, o gasto é similar, enquanto a Dinamarca destina 20 vezes mais a cada cidadão em saúde que no Brasil. Mesmo na Grécia, quebrada e hoje sem governo, as autoridades destinam seis vezes mais recursos a cada cidadão que no Brasil. Os dados, porém, são do início da crise.

Governos como os da Romênia, Sérvia, Arábia Saudita ou Uruguai também destinam mais recursos por habitantes que no Brasil.

Outro dado preocupante: o País conta em média com 26 leitos para cada 10 mil pessoas. Os indicadores se referem ao período entre 2005 e 2011. 80 países tem um índice melhor que o do Brasil, que está empatado com Tonga e Suriname. A média mundial é de 30 leitos por cada 10 mil habitantes. Na Europa, a disponibilidade é três vezes superior a do Brasil.

Em termos de médicos, o Brasil vive uma situação mais confortável. Segundo a OMS, são 17,6 médicos para cada 10 mil habitantes, acima da média mundial de 14 por 10 mil. Mas ainda assim a taxa é a metade do número que se registra Europa. Já na África, são apenas dois médicos para cada 10 mil pessoas.

Sao paulo  

Felipe Lavignatti cresceu querendo ser artista, mas acabou se tornando um jornalista apaixonado por artes. Com André Deak, ele é o idealizador do projeto Arte Fora do Museu, que mapeou 103 obras, entre esculturas, grafites, murais e edifícios que se destacam na paisagem urbana de São Paulo.

O trabalho dos dois jornalistas virou um mapa interativo. Além da localização, traz também fotos e vídeos com especialistas comentando a importância e o contexto de cada obra. O mapa pode ser acessado na internet ou baixado como aplicativo para iPhone e iPad. É uma espécie de videoguia da arte de rua paulistana. O conteúdo pode ser acessado no site arteforadomuseu.com.br. O aplicativo é gratuito.

"Visitar um museu com audioguia é uma experiência completamente diferente. Queria proporcionar a mesma sensação para quem está na rua", afirma Lavignatti. O grafiteiro Pato, a educadora da Pinacoteca do Estado Rosana de Paula Prado e os arquitetos Ricardo Ohtake, Valter Caldana e Isabel Ruas são as vozes que acompanham quem quer conhecer melhor os tesouros escondidos na cidade. "É só prestar um pouco de atenção que você acha um prédio do Oscar Niemeyer ou um grafite de Osgemeos do seu lado."

Na primeira fase do projeto, Lavignatti e Deak fizeram a curadoria em um universo de mais de 500 obras. Com a ajuda de um crítico de arte e de um especialista em roteiros artísticos, começaram a seleção somente entre obras contemporâneas e modernas. Além deste pré-requisito, era necessário que o objeto tivesse o valor artístico reconhecido. "A princípio, queríamos que o mapa fosse colaborativo, mas o diferencial é exatamente o olhar curatorial sobre a cidade", afirma Lavignatti.

O projeto tem ainda por objetivo levar o cidadão para a rua. "As pessoas ficam nesse clima de medo e não se passeia mais. Queremos valorizar a calçada."

Antes de começar os trabalhos do Arte Fora do Museu a dupla percorreu a capital para encontrar as obras e, segundo Lavignatti, o olhar dos dois sobre a cidade também mudou. "Uma cidade como São Paulo te leva a não olhar, você não presta atenção no caminho. Essa é uma forma de redirecionar o olhar."

Roteiros. As obras selecionadas no mapa ficam principalmente no centro expandido da cidade. O que por um lado limita a experiência dos observadores, por outro facilita a locomoção entre os lugares, que pode ser feita a pé.

Com a colaboração da São Paulo Convention & Visitors Bureau (SPCVB), dez roteiros temáticos são sugeridos aos interessados. "São recortes dentro do nosso recorte", afirma Lavignatti. Entre as opções, um roteiro apenas na Avenida Paulista ("superfácil de fazer", segundo os organizadores), outro com os principais edifícios de Niemeyer ("muito legal", também na avaliação da dupla) e o último com murais em fachadas e empenas de prédios no centro e em Higienópolis.

Futuro. Os planos futuros para o projeto são ambiciosos. Felipe Lavignatti e André Deak querem criar aplicativos semelhantes para as cidades-sede na Copa de 2014. A tradução do conteúdo para inglês e espanhol também está nos planos, assim como a exportação do modelo para fora do Brasil. "Vamos nos associar a artistas, estudiosos e professores para fazer o projeto com quem tem domínio dos locais."


 
  Agronegocio - Noticias

Trata-se do Centro para a Promoção de Capacidades Técnicas e Liderança (CTL), constituído para prestar serviço e cooperação, além de promover e facilitar a gestão do conhecimento e da tecnologia da informação e comunicação na comunidade IICA e seus parceiros estratégicos.

O CTL nasce da unificação de várias unidades ou programas institucionais que estão enfocados na gestão e transferência de conhecimento, a capacitação, a formação profissional, a assistência técnica e liderança, como o Centro de Educação e Capacitação à Distância (CECADI), a unidade de Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC), o Centro de Liderança, e iniciativas como Estâncias Profissionais e 100 bolsas IICA/Conselho Nacional de Ciência e Tecnologia do México (Conacyt).

Um dos objetivos é coordenar com mais eficiência as ações desta rede de parceiros, assim como fortalecer ainda mais a formação e a capacitação com ferramentas de serviço integradoras, inclusivas, sólidas e abrangentes, contribuindo para o impacto das atividades do Instituto enquadradas no Plano Estratégico de Médio Prazo 2010-2014.

Haverá um uso mais eficiente e intensivo das TICs e educação à distância. O Centro buscará uma maior eficiência de custos e sinergias de construção inovadoras para integrar mais parceiros no desenvolvimento das atividades de formação do IICA, especialmente em universidades, pesquisa e desenvolvimento de agências de cooperação, organizações de produtores e agroindústrias.

Todas as sugestões podem ser enviadas ao coordenador do Centro, Franklin Marín, pelo email franklin.marin@iica.int

  Culinaria - Vegetariana

Ingredientes
1 Kg de batatas
1/2 xícara de leite
2 colheres de sopa de margarina
sal à gosto
1 dente de alho espremido
Modo de Preparo
Cozinhe as batatas até ficarem bem molinhas
Descasque as ainda quentes, desde que consiga manuseá-las, esprema as batatas no espremedor
Leve-as a um recepiente e acrescente a margarina, o sal e o alho, mexa até que a margarina derreta por completo
Acrescente o leite aos poucos até que se obtenha a consistência desejada

Informações Adicionais
A receita postada é a mais magrinha, mas se desejar pode deixá-la ainda mais saborosa acrescentando queijo ralado a gosto.

  Vida e Saúde - Comportamento

Os benefícios da atividade física vão além de manter o corpo em dia. De acordo com uma pesquisa da Universidade de Tel Aviv, em Israel, exercícios físicos ajudam a melhorar o humor no trabalho e diminuir a probabilidade de desenvolver depressão e Síndrome de Burnout (também chamada de síndrome do desgaste profissional, que é a exaustão física, mental e emocional). Os dados são do jornal Daily Mail.

Os cientistas avaliaram os estados pessoais, profissionais e psicológicos de 1.632 trabalhadores israelenses saudáveis dos setores público e privado. Os participantes foram divididos em quatro grupos: um que não se exercita, o segundo que coloca o corpo em ação de 75 a 150 minutos por semana, o terceiro que pratica atividade física de 150 a 240 minutos e, o último, que sua a camisa por mais de 240 minutos. Todos foram acompanhados ao longo de nove anos.

As taxas de depressão e Síndrome de Burnout eram claramente mais elevadas entre os sedentários. Quanto mais ativa era a pessoa, menor a chance de ter algum dos problemas. Constatou-se que a equipe que se envolveu com pelo menos 240 minutos semanais de atividade exibiu praticamente nenhum sintoma e, a que optou por 150 minutos, apresentou melhora na autoestima e capacidade de trabalho.











 
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